Governo Trump demonstra confiança na reta final das eleições de meio de mandato nos EUA
Ministros acompanham a apuração dos votos diretamente da Casa Branca e apostam em resultados positivos

Acompanhe os bastidores da Casa Branca e o otimismo dos ministros de Donald Trump às vésperas da apuração das eleições de meio de mandato. Ministros e assessores do governo norte-americano intensificaram a presença nas imediações do gabinete presidencial nesta terça-feira (3) para acompanhar o desdobramento das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. Clima de confiança na Casa Branca A equipe do Executivo federal manteve uma postura positiva durante todo o dia de votação pelo país. Após participar de uma entrevista na área externa da sede do governo, a secretária de Agricultura, Brooke Rollins, celebrou o momento político com a frase: “Hoje é um grande dia”. Em seguida, a representante da pasta acrescentou: “Não sei se haverá algum momento na história marcado por mais sucesso do que o período que o presidente Trump liderou nestes últimos dois anos”, antes de seguir em direção à Ala Oeste. Projeções econômicas e atuação dos ministros Mais tarde, o secretário do Interior, Doug Burgum, reforçou o sentimento de positividade ao relatar que está “extremamente otimista em relação ao futuro do país e à direção que ele está tomando”, além de projetar cenários econômicos favoráveis para o próximo período. O titular da pasta também confirmou que integrará o grupo reunido na residência oficial para monitorar a contagem dos sufrágios. Ao longo dos últimos meses, os membros do primeiro escalão intensificaram a agenda de viagens para promover os candidatos do partido republicano e divulgar as entregas da gestão. Discurso final e projetos urbanos Na véspera do pleito, Burgum esteve ao lado do líder norte-americano em um pronunciamento realizado junto ao espelho d’água do Lincoln Memorial, focado em propostas de revitalização para a capital federal. Embora a escolha do cenário tenha gerado surpresa entre correligionários, o secretário defendeu a decisão. “É o lugar perfeito para dizer aos americanos que, assim como fechar a fronteira foi uma escolha, assim como reduzir impostos foi uma escolha, assim como desregulamentações foram uma escolha, os americanos não precisam aceitar a decadência e a miséria em nossas principais cidades”, afirmou. Por fim, o ministro concluiu sobre o plano de revitalização: “Você pode optar por ter uma cidade bonita e limpa”. E acrescentou: “Qualquer prefeito e qualquer governador poderia fazer o que o presidente Trump fez aqui em Washington, DC. É um modelo para o país.”



