29/10/2026

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Velório de engenheiro morto em ato político acontece nesta quarta em SP

O corpo do engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha será velado nesta quarta-feira (28), a partir das 9h, no Cemitério Chora Menino, localizado no bairro do Imirim, na zona Norte de São Paulo. O profissional faleceu após ser espancado durante uma manifestação política em Santos, no litoral paulista.

Sepultamento e repercussão O sepultamento do acadêmico está agendado para as 16h no Cemitério Congonhas, situado na zona Sul da capital paulista. Marcelo cursava mestrado na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e acabou falecendo na tarde da última segunda-feira (26). Ele estava internado desde que sofreu graves agressões durante a madrugada do último sábado (24).

Entenda como o crime aconteceu De acordo com os relatos sobre o episódio, a vítima participava de um evento com roda de samba em um ato político voltado a apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na região da avenida Conselheiro Nébias. Dados repassados pela SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) apontam que o engenheiro se afastou dos colegas para usar o banheiro, momento em que foi interceptado por indivíduos, espancado e teve seus objetos roubados.

Socorro e investigação policial A demora no retorno fez com que os amigos fossem procurá-lo, encontrando-o desacordado. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) prestou o atendimento inicial, levando-o para a Santa Casa de Santos antes da transferência para o Hospital São Paulo, ligado à Unifesp, onde veio a óbito.

Até o momento, a Polícia Civil já apreendeu dois adolescentes suspeitos de participação no crime e identificou, no total, cinco menores e dois adultos envolvidos. O caso foi reclassificado para latrocínio, que consiste em roubo seguido de morte.

Investigação de motivações Enquanto a família levantou suspeitas sobre possíveis motivações políticas e homofóbicas por trás do homicídio, as autoridades seguem apurando os fatos. O boletim foi registrado no Centro de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos para esclarecer completamente o envolvimento de cada suspeito na tragédia.