Técnico do Barcelona critica viagens de Raphinha à Seleção Brasileira
O comandante do Barcelona, o alemão Hansi Flick, demonstrou insatisfação com a nova convocação do atacante Raphinha para defender a Seleção Brasileira.
Gestão de minutos e desgaste físico Apesar das restrições sobre o calendário internacional, o treinador apontou que a decisão de chamar o atleta foge de sua alçada, embora ressalte a necessidade de resguardar o jogador para evitar excesso de desgaste.
O diálogo interno com a diretoria O tema já foi debatido internamente com a cúpula do clube catalão para traçar estratégias de preservação física do atleta.
“É um assunto que já conversei com o Deco (diretor de futebol do Barcelona). Ele é um jogador muito importante. Antes da última Data Fifa, ele chegou lesionado. Não foi a melhor situação”, iniciou.
Impacto das viagens longas A logística de deslocamento intercontinental é apontada pela comissão técnica como um fator prejudicial ao rendimento e à recuperação física do atleta.
“Não podemos fazer nada. O Raphinha é o capitão aqui, mas ele também é brasileiro, e quando a Seleção o convoca, ele está lá. Todos querem estar lá para ajudar. Para mim, se pudermos administrar um pouco o tempo de jogo dele, ficarei feliz. Ficar indo e vindo de Singapura não é o ideal. Não é algo que está nas minhas mãos e eu possa mudar”, foi além e finalizou, logo na sequência.
Histórico de lesões recentes Na passagem anterior pela equipe nacional, realizada no período de jogos oficiais entre o final de setembro e o início de outubro, o ponta esquerda apresentou um pequeno edema muscular na coxa direita, situação que o afastou dos gramados por algumas partidas.



