26/10/2026

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Presidente do TRE-SP afasta irregularidades e garante pleito normal

O comando do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo avaliou que o pleito transcorre sem indícios de irregularidades no território paulista, mesmo diante de questionamentos jurídicos envolvendo o transporte público na capital.

Contexto do pedido de prorrogação A manifestação ocorre após a coligação Brasil Pronto Pra Mais, ligada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, solicitar a ampliação em duas horas do período de votação. O pleito foi motivado por denúncias de que a prefeitura paulistana estaria descumprindo a ordem judicial para manter a frota integral de coletivos nas ruas.

Declaração oficial da Justiça Eleitoral O desembargador José Antonio Encinas Manfré, presidente do órgão, declarou em entrevista que as votações correm “de modo positivo e satisfatório” no estado.

Questionado sobre a possibilidade de estender o horário de votação, o magistrado foi categórico: “Não recebi nenhum pedido nesse sentido de postergação. Nesse universo que é o estado de SP tudo está sendo de modo positivo e satisfatório. Outras situações, mais demonstrativas que se possam ter, eu aguardo. Até o momento não tenho demonstrativos que estejam o contrário da normalidade dos trabalhos“.

Ocorrências registradas no dia Segundo o dirigente do tribunal, os incidentes registrados durante o pleito foram restritos a episódios isolados.

“Há algumas pequenas situações muito pontuais envolvendo uso de celular, uma ou outra envolvendo desacato. Coisa muito pontual, número pequenos”, pontuou.

Posicionamento da administração municipal Enquanto isso, relatos indicavam que os ônibus circulavam com 60% da capacidade, descumprindo a determinação da véspera. Em nota oficial, a gestão municipal afirmou que acatou a ordem assim que foi notificada, ainda no sábado (24), repassando a instrução às empresas concessionárias.

“Imediatamente após receber a notificação, às 13h32, a SPTrans agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento”, destacou o texto.

A prefeitura argumentou ainda que a exigência em cima da hora gerou dificuldades logísticas, como ajustes nas escalas dos motoristas e cobradores.

“A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição”, concluiu a nota.