22/10/2026

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Estado investiga professores por assédio sexual e condutas inadequadas a alunos em escolas públicas de SC

SC investiga professores por assédio sexual em escolas públicas Foto: Reprodução/ND Mais

A SED-SC (Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina) abriu Processos Administrativos Disciplinares para investigar dois professores temporários, contratados sob o regime de ACT (Admissão por Cárter Temporário), suspeitos de conduta inadequada e assédio sexual contra estudantes em escolas da rede pública estadual.

As portarias de instauração das comissões foram oficializadas no Diário Oficial do Estado.

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SC investiga professores por assédio sexual em escolas

Conforme o relatório das portarias publicado pela pasta, as denúncias envolvem casos graves cometidos dentro do ambiente escolar:

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  • Atos libidinosos no intervalo: Um dos docentes é apurado por constranger uma aluna com atitudes e atos libidinosos durante o período do intervalo escolar.
  • Comentários de cunho sexual: O segundo professor é acusado de proferir comentários inadequados e de conotação sexual, causando forte desconforto na comunidade escolar.

O ND Mais entrou em contato com a Secretaria de Estado da Educação, e foi informado que o caso tramita em sigilo e informações sobre o local das denúncias ainda não podem ser divulgadas por conta das vítimas envolvidas.

NOTA – SED:

A Secretaria de Estado da Educação (SED) informa que, assim que tomou conhecimento das denúncias, adotou as providências cabíveis e encaminhou os casos à Corregedoria da Secretaria, responsável pela condução dos procedimentos.

A SED segue acompanhando as situações e prestando o apoio necessário às comunidades escolares envolvidas. A Secretaria adotará as medidas administrativas cabíveis, conforme os resultados das apurações e a legislação vigente.

Procedimento e possíveis punições

A Secretaria de Educação instaurou comissões específicas de instrução para cada um dos casos. Os grupos de trabalho têm um prazo inicial de 60 dias para colher depoimentos, apurar os fatos e apresentar relatórios conclusivos sobre a conduta dos profissionais.

Como os investigados são contratados temporariamente, o resultado do processo administrativo pode culminar na rescisão imediata dos contratos de trabalho, além da proibição de novas contratações pela rede estadual de ensino e o encaminhamento das denúncias aos órgãos de proteção à infância e às autoridades policiais para apuração na esfera criminal.

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