25/10/2026

1000x250
previous arrow
next arrow

Drake faz 40 anos: relembre a trajetória e polêmicas do rapper

O rapper canadense Aubrey Drake Graham completa 40 anos neste sábado (24). Nascido em 24 de outubro de 1986, em Toronto, o astro iniciou sua trajetória artística como ator na série juvenil “Degrassi: A Próxima Geração” (2001) antes de conquistar projeção internacional na música. Ao longo da carreira, além de colecionar grandes hits e álbuns de enorme repercussão, o artista tornou-se um dos nomes mais populares do rap e do pop de sua geração, acumulando diversos sucessos no topo da Billboard.

A histórica rivalidade com Kendrick Lamar

Duas das maiores estrelas internacionais travaram uma batalha lírica intensa em 2024, após anos de trocas de alfinetadas. A relação começou amigável em 2011, com participações mútuas, mas azedou com o passar do tempo e culminou em faixas de ataques pessoais. O confronto ganhou enorme repercussão comercial com a música “Not Like Us”, de Lamar, que apresentou acusações contra o canadense.

Em janeiro de 2025, Drake entrou com uma ação judicial contra a Universal Music Group alegando difamação, mas um tribunal americano rejeitou o processo em outubro do mesmo ano, entendendo que as declarações faziam parte do contexto de uma batalha de rap.

Outros desentendimentos e vida pessoal

Além de Lamar, o cantor também protagonizou embates públicos com outros nomes da indústria, como Pusha T. Em 2018, a disputa com faixas de ataque incluiu “The Story of Adidon”, música que revelou informações sobre a paternidade de Drake, que depois confirmou ter um filho chamado Adonis.

Frustrações dos fãs no Brasil

O rapper canadense também causou grande frustração no público brasileiro em duas ocasiões distintas. Em 2019, cancelou sua apresentação no Rock in Rio horas antes de subir ao Palco Mundo. Anos depois, em 2023, repetiu a dose ao cancelar sua participação como headliner no Lollapalooza Brasil, em São Paulo, alegando imprevistos de produção.

Críticas de apropriação cultural

Outra vertente frequente de debate ao redor do artista envolve o uso de elementos de gêneros como dancehall e afrobeats, presentes em faixas como “One Dance” (2016) e no projeto “More Life” (2017). Críticos e ouvintes frequentemente questionam se artistas de imenso alcance comercial acabam absorvendo e monopolizando o reconhecimento por sonoridades originárias de comunidades negras e caribenhas.