Deborah Secco é citada em conversa vazada entre Daniel Vorcaro e CEO da Editora Globo: ‘Só olhava pra bunda’
Um diálogo entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o CEO da Editora Globo, Frederic Kachar, repercutiu nas redes sociais após vir à tona entre as mensagens apreendidas pela PF (Polícia Federal) durante as investigações sobre o Banco Master. A conversa está disponível na plataforma MasterWhats.
O bate-papo, que cita a atriz Deborah Secco, chamou atenção pelo teor das mensagens, datadas de fevereiro de 2024.
Eles comentam que a artista estaria “para jogo”, em alusão a um possível evento social do qual participaram.
Eles também citam uma segunda mulher, Sabrina. Na web, muitos especularam que se tratava da apresentadora Sabrina Sato. No decorrer da conversa, Daniel teria dito que uma das mulheres “estava muito feia”, ao que o CEO da Editora Globo retrucou: “Eu só olhava pra bunda dela rs”.
Por fim, Frederic disse que “ela vai ser madrinha do Camarote. Disse que quer curtir solteira hahaha”. Contudo, não ficou especificado a quem eles se referiam.
Em 2024, Deborah Secco foi rainha do Camarote Quem O Globo, na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro.
Já Sabrina Sato foi madrinha oficial do Camarote Bar Brahma, em São Paulo. Ao mesmo tempo, foi coroada rainha do Camarote Nº1 do carnaval carioca. Quanto aos relacionamentos amorosos, Sabrina Sato e Nicolas Prattes assumiram o namoro logo após as festividades daquele ano.
Eles estão juntos desde então. Já Deborah anunciou o fim do casamento de quase 10 anos com o ator Hugo Moura em abril de 2024.
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Entre os registros analisados, Vorcaro compartilhou com o executivo da Globo o link de uma matéria assinada pela colunista Malu Gaspar, com o título “Gestores do Master respondem a processo por operações fraudulentas e manipulação de preços”. Ao enviar a publicação, o banqueiro reclamou do conteúdo.
“Isso é sacanagem demais, Fred, numa boa”, escreveu, acrescentando que, em seu entendimento, a linha editorial “diminui muito o jornalismo da Globo”.
Em resposta, Frederic Kachar explicou a dinâmica da redação e defendeu o estilo de atuação da jornalista: “Oi, estava tentando falar com a Malu, mas antes saíram duas colunas. Ela entrou na CBN”. “Eu te entendo, mas é uma questão subjetiva. Esse é o estilo dela com todo mundo, não somente com você.”
Apesar de considerar a abordagem “cansativa e desnecessária”, Kachar sinalizou que conversaria com a profissional, ressaltando, em mensagens posteriores, que a independência da jornalista seria mantida: “Malu é livre”. Vorcaro, por sua vez, continuou insistindo no impacto das matérias sobre sua imagem pública.
Ele afirmou sentir-se impotente diante da “chuva de ataques” e alegou que a cobertura o retratava “como se fosse um membro de organização criminosa”.



