29/10/2026

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Mina de ouro a 1.600 metros: conheça os bastidores da mineração subterrânea

Apesar de ser amplamente conhecido por sua presença em joias e investimentos, o ouro possui utilidades fundamentais que vão muito além do mercado financeiro. Graças a características como alta condutividade elétrica e resistência à corrosão, o metal é indispensável na fabricação de celulares, equipamentos cirúrgicos e até em tecnologias espaciais. No entanto, a trajetória desse minério precioso desde as profundezas da terra até a industrialização permanece desconhecida para a maior parte da sociedade.

A grandiosidade da Mina Cuiabá em Minas Gerais

Para revelar essa realidade complexa, a AngloGold Ashanti estreia em 28 de outubro a websérie “Além do Ouro – A mineração como você nunca viu”. A produção conta com oito episódios semanais exibidos no YouTube, trazendo imagens exclusivas dos bastidores e depoimentos de quem atua diretamente no setor. Um dos principais cenários é a Mina Cuiabá, situada em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Considerada a estrutura subterrânea mais profunda do país, ela se estende por mais de 1.600 metros abaixo da superfície e abriga cerca de 300 quilômetros de túneis, uma distância comparável a sete maratonas.

Do beneficiamento do minério ao manejo de rejeitos

A retirada do material bruto exige maquinário pesado, planejamento rigoroso e engenharia avançada. O minério extraído raramente aparece isolado, precisando passar pelo processo de beneficiamento para que o metal precioso seja efetivamente separado das rochas. Esse tratamento industrial gera resíduos cuja administração exige o uso de tecnologias de ponta, incluindo a engenharia de barragens e o monitoramento constante para garantir a segurança operacional e o cumprimento das normas legais.

Desenvolvimento sustentável e impacto nas comunidades

Além da engenharia subterrânea e da gestão de pilhas de rejeitos, a produção audiovisual também aborda a convivência com os municípios vizinhos. O episódio final, programado para ir ao ar em 16 de dezembro, destaca o conceito de mineração circular e detalha iniciativas voltadas para a geração de empregos, capacitação profissional, apoio a projetos culturais e parcerias duradouras com as comunidades locais.

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