Pt nega repasse de R$ 30 milhões para filme de Lula e aponta farsa
A coordenação da coligação “Brasil Pronto Para Mais” rebateu veementemente as acusações de que o banqueiro Daniel Vorcaro teria destinado R$ 30 milhões para a produção de um longa-metragem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dirigido por Oliver Stone. O partido classificou o episódio como uma invenção com intuitos políticos.
Repercussão e posicionamento oficial
Em nota enviada à imprensa, a sigla enfatizou que não existem registros na Polícia Federal ou acordos de delação premiada homologados pelo Ministério Público Federal referentes aos supostos depoimentos do controlador do Banco Master. Para a legenda, a divulgação dessas informações sem respaldo comprobatório serve apenas para tumultuar o cenário político às vésperas da votação.
Ações judiciais e críticas à imprensa
O partido também destacou contradições nas narrativas veiculadas, apontando que o banqueiro tenta legitimar repasses ligados ao bolsonarismo enquanto imputa crimes sem fundamentos à atual gestão. A legenda lembrou que a própria publicação que trouxe o caso a público reconheceu que a Procuradoria-Geral da República optou por não dar seguimento ao tema devido à ausência de provas.
Diante do cenário, a campanha governista reforçou que medidas legais serão tomadas contra as calúnias e os vazamentos seletivos utilizados como ferramenta na disputa presidencial.
Nota à imprensa: às vésperas da eleição, Veja publica peça eleitoral irresponsável com acusações sem provas
É estarrecedor que, a duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais, a revista VEJA estampe em sua capa acusações gravíssimas sem apresentar uma única prova. A reportagem é uma peça eleitoral irresponsável baseada em outra peça eleitoral: o suposto depoimento de Daniel Vorcaro, construído sobre acusações sem comprovação, com o evidente propósito de tumultuar o processo eleitoral e favorecer o adversário. Esse depoimento não existe, não há registro dele na Polícia Federal. Não há registro de delação com esse conteúdo que tenha sido aceita pelo Ministério Público e Polícia Federal. Portanto, uma farsa.
Foi durante o atual governo que as instituições de controle atuaram para investigar as irregularidades, liquidar o Banco Master e levar seu controlador à prisão. Agora, surgem acusações contra as autoridades que enfrentaram suas irregularidades. Trata-se de uma tentativa de vingança que levanta uma pergunta inevitável: que benefícios Vorcaro espera obter de uma eventual mudança de governo? Vários fatos comprovam que há uma grande armação em andamento contra os interesses do povo brasileiro.
A contradição do relato é gritante. Vorcaro procura apresentar os pagamentos associados ao bolsonarismo como “patrocínio normal”, enquanto atribui crimes ao PT e ao governo sem apresentar prova das suas acusações. A narrativa tenta proteger Flávio Bolsonaro, citado em investigações sobre ligações e pedidos milionários ao banqueiro. Uma farsa com objetivos eleitorais.
A própria VEJA reconhece que a Procuradoria-Geral da República não deu prosseguimento às acusações por falta de provas. Mesmo assim, transforma uma mentira em capa da revista.
Não aceitaremos que acusações sem provas e vazamentos seletivos sejam usados como arma eleitoral. As medidas judiciais cabíveis serão tomadas contra as calúnias e eventuais irregularidades na divulgação dessas informações.
A coordenação da coligação concluiu reforçando que o foco permanece na defesa das instituições e na transparência do processo democrático brasileiro.



