29/10/2026

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Produtora de cidade de deus aposta em novo filme de terror slasher

Responsável por grandes marcos do cinema nacional como Cidade de Deus e Central do Brasil, a produtora executiva Elisa Tolomelli vai expandir sua atuação para o gênero do terror. Ela fechou uma parceria com a Inova Filmes para transformar o curta-metragem A Última Fita, criado por Caroline Adrielli, em uma produção de longa-metragem voltada para o estilo slasher.

Bastidores da produção e escolha do projeto

O curta que originou a novidade tem 18 minutos de duração, foi finalizado em julho de 2026 e já acumulou seis prêmios internacionais em festivais de cinema, destacando-se em categorias como Melhor Direção e Melhor Roteiro. A decisão de apostar na obra veio da visão de mercado e da competência técnica da diretora.

“Escolhi produzir esse filme porque vi na história potencial para um longa e, na Carol, clareza sobre o que e como quer contar. Assisti ao curta e ele me mostrou que ela compreende a linguagem do terror e consegue realizá-la mesmo com poucos recursos. Essa capacidade pesou na minha decisão. Vamos desenvolver esse universo e dar à história as condições de realização que ela merece”, afirma Elisa Tolomelli.

Enredo de suspense e exibição especial

A trama do projeto acompanha cinco jovens que decidem alugar uma casa de temporada. No local, o grupo descobre fitas VHS que documentam crimes brutais ocorridos na residência durante os anos 90. Sem sinal de telefone e completamente isolados, os personagens logo percebem que o assassino segue rondando a região e que eles são os alvos seguintes das gravações.

Antes de chegar aos cinemas como longa, o público paulistano terá a oportunidade de conferir a obra original. O curta A Última Fita será exibido em uma sessão especial de Halloween no dia 31 de outubro, às 18h30, no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), com entrada franca.

Tradição do subgênero slasher

Consolidado na indústria cinematográfica a partir da década de 1970, o terror slasher figura entre os formatos mais populares do gênero, atraindo espectadores adeptos de narrativas focadas em sequências intensas de mortes. A estrutura típica da vertente costuma colocar um assassino psicopata em perseguição violenta aos membros do elenco ao longo da narrativa.