Dana White rejeita convite de Donald Trump para virar porta-voz da Casa Branca
Presidente americano havia sugerido o nome do chefão do UFC e indicado lutadores para defender a administração na imprensa.

O diretor-executivo do UFC, Dana White, optou por recusar a proposta feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para assumir a função de secretário de imprensa da Casa Branca, de acordo com informações obtidas por uma fonte próxima.
Convite feito pelas redes sociais
A investida ocorreu durante um sábado, quando o líder norte-americano utilizou sua plataforma digital para sugerir publicamente que o dirigente esportivo comandasse a comunicação governamental. Na postagem, Trump elogiou o empresário e fez um apelo direto para que ele aceitasse a missão.
“Tenho o prazer de anunciar que ao grande Dana White — um lutador e guerreiro feroz — foi oferecido o cargo de secretário de imprensa dos Estados Unidos”, publicou Truth Social.
Indicação de atletas e incentivo da equipe
Na mesma publicação, o republicano brincou sugerindo que o executivo levasse reforços do octógono para o governo, mencionando nominalmente seis atletas de artes marciais mistas, entre eles a brasileira Amanda Nunes, acompanhados de registros fotográficos.
“Precisamos dessas pessoas para nos defender contra a esquerda lunática. Dana será um secretário de imprensa como nenhum outro. Dana, por favor, aceite o cargo!”, acrescentou.
O incentivo também veio de dentro do governo quando o diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, republicou a mensagem do presidente, acrescentando: “Com certeza! Vai fundo, @DanaWhite!”
Crise na comunicação e instabilidade no cargo
Apesar de um assessor ter indicado que a postagem tratava-se de uma brincadeira, o episódio acontece em meio a uma busca intensa por um novo profissional para a área, após a saída de Karoline Leavitt e a curta passagem de cinco dias de Katie Zacharia pela função.
A administração atual enfrenta obstáculos para preencher a vaga estratégica, supervisionada de perto pelo próprio presidente, cenário que ganhou urgência após a oposição democrata assumir o controle do Congresso e sinalizar investigações contra a gestão atual. Veículos de imprensa buscaram esclarecimentos junto aos órgãos oficiais e à liga de lutas, mas não obtiveram retorno imediato.


