banner-anuncie-aqui
previous arrow
next arrow
Brasil

Polícia federal investiga ameaças de morte contra deputada

Parlamentar mais jovem de minas gerais expôs mensagens violentas que já ultrapassaram dez milhões de visualizações na internet.

Após ameaças de morte e estupro, PF busca identificar autores de mensagens divulgadas contra deputada Ana Elisa

A Polícia Federal abriu uma investigação oficial para apurar ameaças de morte e estupro direcionadas à deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG). A parlamentar de 21 anos tornou o caso público ao publicar um vídeo em suas redes sociais exibindo a sequência de mensagens violentas que recebeu, conteúdo que já ultrapassou a marca de 10,1 milhões de visualizações no Instagram.

Atuação da delegacia especializada

O inquérito está sob a responsabilidade da Delegacia de Polícia Federal em Divinópolis, no estado de Minas Gerais. A unidade conta com o suporte técnico da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER) para avançar na apuração dos fatos.

Segundo a corporação, as primeiras medidas investigativas já foram implementadas. Os trabalhos incluem diligências especializadas e pedidos formais de cooperação policial internacional para coletar dados que auxiliem na identificação dos autores das mensagens.

Rastreamento digital e precedentes

A instituição destacou sua expertise em solucionar crimes virtuais cometidos contra parlamentares, autoridades e figuras públicas. Como exemplo recente, a corporação citou a Operação Aggregatio, deflagrada em outubro de 2026, que conseguiu rastrear o responsável por intimidar autoridades na internet usando ferramentas voltadas para ocultar identidades.

Para resguardar o andamento das apurações, a força de segurança informou que nenhum detalhe adicional sobre as diligências em curso será divulgado no momento.

Posicionamento oficial da força policial

Além de conduzir o caso da parlamentar, que obteve 524.219 votos e assumiu o posto de deputada mais jovem de Minas Gerais, a instituição emitiu um alerta geral sobre a gravidade desse tipo de conduta criminosa.

A corporação reforçou que qualquer intimidação direcionada a cidadãos deve ser tratada com rigor, exigindo avaliação de riscos e adoção de protocolos de proteção pelas instâncias competentes. As investigações seguem em colaboração com órgãos nacionais e internacionais para garantir a responsabilização dos envolvidos.